Como administrar um salário mínimo

Com o reajuste aprovado no início de 2018 o cidadão brasileiro passou a receber o salário mínimo no valor de R$ 937,00. Sendo assim, as pessoas tiveram um acréscimo de 9% na renda mensal, uma vez que a quantia anterior era de R$ 880,00. Segundo o Governo Federal, responsável pela alteração, este dinheiro a mais que está entrando na conta dos trabalhadores, aposentados e segurados tem como função melhorar a qualidade de vida.

Como administrar um salário mínimo
Como administrar um salário mínimo

O aumento na renda da família brasileira abre mais possibilidades e dá poder de compra para as pessoas, que passam a contribuir com a economia brasileira, ajudando o país a se desenvolver e também crescer o PIB (Produto Interno Bruto), que é o quanto de riqueza o Brasil produz por ano. Se você recebe, entretanto, o seguro desemprego, precisa ficar atento para não estourar o orçamento mensal, já essa remuneração é apenas temporária, de 3 a 5 meses, dependendo do histórico de demissões do trabalhador.

Com esta adição do piso do salário mínimo em 2018, os cidadãos podem aproveitar para investir em alimentação, educação, saúde, entre outros itens fundamentais. Além disso, também pode-se poupar para empregar o dinheiro em outros projetos. Para que isto aconteça, é necessário saber como administrar o salário.

Embora o salário mínimo em muitos casos seja destinado às necessidades básicas, também é possível poupar e se organizar para comprar itens de valor alto ou mesmo somente para economizar. Em primeiro lugar é necessário que a pessoa crie o habito de guardar uma determinada quantia de dinheiro, que inicialmente pode ser mínima de R$ 1,00 POR dia ou R$ 10,00 por semana.

Como administrar o salário

É importante ressaltar que primeiramente é necessário investir nas coisas básicas e necessárias para a sobrevivência de cada um. Feito isso, da quantia que sobrar pode-se retirar 10% do valor do salário mínimo 2018 para ser investido em outras coisas.

É importante que ganhos extras, como o 13º e o abono salarial do trabalhador sejam usados para quitar dívidas em pendências, para evitar o cidadão de acabar enforcando o próprio orçamento, o que é muito comum na classe média brasileira.

Para não desanimar, depois de certo período guardando o dinheiro a pessoa pode retirar uma quantia para gastar consigo mesma, porém, se cometer exageros. Conforme receber o salário, o valor gasto deve ser restituído. Dessa maneira o indivíduo sentirá prazer em economizar o seu dinheiro, podendo idealizar projetos maiores, atingir novas metas, mesmo tendo uma renda mensal baixa.